O Benfica pode voltar a enfrentar uma investida de um gigante europeu por um dos seus jovens mais valorizados. Depois de uma época de afirmação e de um Mundial 2026 que fez disparar a sua cotação, um jogador encarnado entrou de forma séria no radar de um dos maiores clubes do mundo.
Na Luz, a posição está bem definida. Rui Costa admite estudar uma eventual venda, mas não pretende abrir negociações por valores reduzidos. O crescimento do jogador, a exposição internacional e o interesse de vários clubes levaram a SAD a estabelecer uma fasquia elevada para qualquer possível saída.
O nome em causa é Andreas Schjelderup. O extremo norueguês agrada a Deco e está a ser acompanhado pelo Barcelona, que vê no jogador uma possível alternativa caso Raphinha deixe o clube rumo ao futebol saudita.
Deco acompanha Schjelderup com atenção
Andreas Schjelderup tornou-se num dos nomes que a direção desportiva do Barcelona acompanha para reforçar as alas. O jogador agrada particularmente a Deco, sobretudo depois do impacto que teve ao serviço da seleção da Noruega no Mundial 2026.
O clube catalão estuda há várias semanas diferentes alternativas para o ataque, numa altura em que o futuro de Raphinha continua a gerar alguma incerteza.
Não existe, para já, qualquer negociação avançada entre Barcelona e Benfica. No entanto, o acompanhamento é real e o internacional norueguês surge identificado como um dos jovens extremos com maior projeção no futebol europeu.
O seu perfil técnico, a capacidade para atuar em diferentes posições e a margem de crescimento encaixam naquilo que o Barcelona procura para o futuro.
Futuro de Raphinha pode desbloquear o processo
O interesse do Barcelona em Schjelderup está diretamente ligado ao que acontecer com Raphinha.
Joan Laporta tem insistido publicamente que o internacional brasileiro é uma peça fundamental no projeto do clube e que não existe vontade de facilitar a sua saída.
Raphinha continua também a ser muito importante para Hansi Flick, que conta com o jogador para a nova temporada.
No entanto, as propostas milionárias vindas da Arábia Saudita obrigam a estrutura catalã a preparar diferentes cenários. Caso surja uma oferta impossível de recusar, o Barcelona poderá precisar de encontrar rapidamente um substituto para o brasileiro.
Benfica só admite negociar por 40 milhões de euros
Segundo o jornal português Record, o Benfica está disponível para estudar propostas por Andreas Schjelderup, mas não pretende negociar por um valor inferior a 40 milhões de euros.
A fasquia definida pela SAD reflete a valorização do jogador durante os últimos meses e, em particular, o impacto das suas exibições no Mundial.
Rui Costa sabe que existem vários clubes atentos à situação do extremo e pretende aproveitar esse interesse para maximizar uma eventual operação.
Qualquer emblema que queira avançar terá, por isso, de aproximar-se dos 40 milhões de euros exigidos pelo clube da Luz.
Mundial fez disparar a cotação de Schjelderup
O Mundial 2026 foi determinante para aumentar a visibilidade internacional de Andreas Schjelderup.
Ao serviço da Noruega, o extremo deixou uma excelente impressão e confirmou a evolução que já vinha a demonstrar no Benfica durante a temporada 2025/26.
A velocidade, a capacidade para ultrapassar adversários no um para um e a facilidade para criar perigo a partir dos dois corredores ofensivos chamaram a atenção de vários clubes.
As suas exibições num palco desta dimensão convenceram o Benfica de que o valor de mercado do jogador aumentou de forma significativa.
Norueguês chegou como uma das maiores promessas da Escandinávia
Schjelderup chegou ao Benfica depois de se destacar no Nordsjælland, onde era considerado uma das maiores promessas do futebol escandinavo.
O processo de afirmação na Luz não foi imediato. O jogador precisou de um período de adaptação e passou também por uma cedência que lhe permitiu ganhar experiência e somar mais minutos.
Foi durante a temporada 2025/26 que conseguiu dar o salto definitivo e mostrar de forma mais consistente o talento que o levou a ser contratado pelos encarnados.
A evolução recente alterou completamente a forma como o mercado olha para o extremo de 22 anos.
Polivalência agrada ao Barcelona
Um dos principais argumentos a favor de Schjelderup é a sua capacidade para atuar em várias posições do ataque.
O internacional norueguês pode jogar como extremo esquerdo, partir do lado direito ou aparecer em zonas mais interiores graças à qualidade técnica e capacidade associativa.
Essa polivalência permitiria a Hansi Flick utilizá-lo em diferentes contextos e adaptar a equipa às características de cada adversário.
Para o Barcelona, contratar um jogador com esta versatilidade representaria também uma forma de aumentar as opções ofensivas sem ficar limitado a uma única função.
Juventude encaixa na estratégia dos catalães
Aos 22 anos, Schjelderup enquadra-se na política desportiva que o Barcelona tem seguido nos últimos mercados.
O clube catalão procura jogadores jovens, com margem de crescimento e capacidade para aumentar o seu valor ao longo dos próximos anos.
O extremo do Benfica reúne precisamente essas características. Já demonstrou qualidade em contexto de elevada exigência, mas continua longe de ter atingido o limite da sua evolução.
Essa combinação entre rendimento imediato e potencial futuro ajuda a explicar por que motivo Deco mantém o jogador sob observação.
Barcelona não pretende vender Raphinha
Apesar de todos os cenários preparados pela direção desportiva, a posição oficial do Barcelona continua a ser a manutenção de Raphinha.
Joan Laporta considera o brasileiro uma peça essencial e não quer perder um dos jogadores mais importantes do ataque.
Hansi Flick partilha dessa ideia e continua a contar com o internacional brasileiro para a próxima temporada.
Por isso, uma eventual investida por Schjelderup dependerá quase totalmente da saída de Raphinha.
Oferta saudita pode alterar tudo
A única situação capaz de mudar a posição do Barcelona será a chegada de uma proposta de enorme dimensão pelo brasileiro.
O interesse vindo da Arábia Saudita continua presente e pode ser reativado durante as próximas semanas.
Uma oferta fora dos padrões habituais daria ao Barcelona recursos financeiros suficientes para contratar um substituto de qualidade e realizar outras operações no mercado.
Nesse cenário, Schjelderup poderia passar rapidamente de jogador observado a candidato prioritário para reforçar o ataque.
Benfica quer aproveitar valorização internacional
Na Luz, a estrutura está consciente do momento vivido pelo jogador e da atenção que o seu nome começa a despertar.
O Benfica tem uma reputação consolidada no desenvolvimento e valorização de jovens talentos antes de os transferir para os principais campeonatos europeus.
A situação de Andreas Schjelderup encaixa perfeitamente nesse modelo. O clube investiu no potencial do jogador, deu-lhe tempo para evoluir e pode agora receber propostas muito superiores ao valor inicialmente investido.
Rui Costa, contudo, não pretende facilitar qualquer saída e mantém a exigência mínima nos 40 milhões de euros.
Vários clubes seguem o extremo norueguês
O Barcelona não é o único emblema atento à evolução de Schjelderup.
As exibições no Mundial despertaram o interesse de vários clubes europeus, o que pode criar concorrência e fortalecer ainda mais a posição negocial do Benfica.
Se mais equipas decidirem avançar, a SAD poderá aproximar o negócio dos valores pretendidos ou até provocar uma disputa pelo jogador.
O cenário beneficia os encarnados, que não estão obrigados a vender abaixo da fasquia definida.
Schjelderup pode ter decisão importante pela frente
Para o jogador, o interesse do Barcelona representa naturalmente uma oportunidade de enorme dimensão.
A possibilidade de chegar a um clube com o peso do emblema catalão seria um salto significativo na carreira do internacional norueguês.
No entanto, a decisão também terá de ter em conta o espaço desportivo que lhe seria oferecido, especialmente se Raphinha permanecer no plantel.
No Benfica, Schjelderup conseguiu aumentar a sua importância e poderá continuar a ter um papel relevante no projeto de Marco Silva.
Negócio depende de várias peças
O futuro do extremo está ligado a um conjunto de decisões que ainda não foram tomadas.
O Barcelona precisa de perceber se Raphinha continuará no clube. O Benfica aguarda para saber se chegará alguma proposta próxima dos 40 milhões de euros. E o próprio Schjelderup terá de analisar qual o melhor caminho para a sua evolução.
Não existe ainda um avanço formal, mas o interesse de Deco coloca o nome do norueguês no centro do mercado.
Se Raphinha sair para a Arábia Saudita, o processo poderá acelerar de forma significativa.
Barcelona pode atacar a Luz por uma das maiores promessas
O cenário atual é claro: Andreas Schjelderup agrada à direção desportiva do Barcelona, valorizou-se fortemente no Mundial e está avaliado pelo Benfica em pelo menos 40 milhões de euros.
O clube catalão continua a priorizar a permanência de Raphinha, mas prepara alternativas para responder a uma eventual saída do brasileiro.
Schjelderup encaixa no perfil desejado pela juventude, polivalência e capacidade de crescimento.
Se a situação de Raphinha mudar, o extremo norueguês pode transformar-se rapidamente num dos principais alvos do Barcelona e protagonizar uma das maiores vendas do verão encarnado.



