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    Pavlidis marca pelo Benfica, mas recusa festejar: o motivo surpreendente que emocionou os adeptos

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    By DESP365 on 23 de Outubro, 2026 Info Desporto
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    Vangelis Pavlidis voltou a fazer aquilo que melhor sabe: marcar golos pelo Benfica. No entanto, houve um pormenor que não passou despercebido aos adeptos durante a vitória dos encarnados frente ao Omonia, em Chipre. Depois de colocar a bola no fundo das redes, o avançado grego surpreendeu ao não festejar. No final do encontro, o próprio jogador revelou o motivo por detrás da decisão, numa explicação marcada pela emoção, pelo respeito e por uma ligação familiar ao país onde decorreu a partida. E houve ainda espaço para reagir a um feito histórico alcançado com a camisola das águias.

    O Benfica conquistou uma vitória importante frente ao Omonia, num encontro da Liga Europa em que Vangelis Pavlidis voltou a assumir um papel de destaque.

    O internacional grego marcou um dos golos da equipa encarnada, mas, ao contrário do que habitualmente acontece, optou por não celebrar o momento.

    O gesto despertou curiosidade entre os adeptos, sobretudo porque o avançado não tem qualquer passado como jogador do Omonia que justificasse uma decisão semelhante.

    Contudo, a explicação surgiu pouco depois do apito final, durante uma entrevista à Sport TV.

    Pavlidis revelou que a decisão foi motivada pelo carinho recebido em Chipre e pelo respeito que sente pelas pessoas que o acolheram durante a visita do Benfica.

    O verdadeiro motivo pelo qual Pavlidis não festejou o golo

    Questionado sobre a experiência de jogar em Chipre, Vangelis Pavlidis começou por destacar o ambiente que encontrou no estádio.

    O avançado explicou que se tratou de uma ocasião particularmente especial, por ter sido a primeira vez que disputou um encontro naquele país.

    “Foi muito bom jogar pela primeira vez em Chipre e num estádio de matriz grega. Gostei muito do ambiente, foi realmente especial”, começou por afirmar à Sport TV.

    O internacional grego revelou que sentiu uma receção calorosa ainda antes de o encontro começar.

    “Senti muito carinho já no aquecimento e por isso é que não festejei o meu golo, pelo respeito que tenho por estas pessoas”, explicou Pavlidis.

    A decisão de não celebrar foi, assim, uma forma de retribuir o respeito e a simpatia demonstrados pelos adeptos presentes no estádio.

    Apesar de estar a representar o Benfica e de querer contribuir para a vitória da equipa, o avançado considerou que aquele momento merecia uma atitude diferente.

    O gesto não resultou de qualquer obrigação, mas de uma decisão pessoal tomada perante o ambiente vivido em Chipre.

    Pavlidis chega ao 16º na temporada e devolve a vantagem ao SL Benfica 🤩

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    — sport tv (@sporttvportugal) October 22, 2026

    Ligação familiar a Chipre tornou o momento ainda mais especial

    A explicação de Pavlidis não ficou limitada ao carinho recebido dos adeptos.

    O avançado revelou também um detalhe pessoal que ajuda a compreender a importância que atribuiu à deslocação a Chipre.

    “O meu irmão vive na ilha”, contou o jogador do Benfica.

    Esta ligação familiar contribuiu para tornar a experiência ainda mais significativa para o internacional grego.

    Jogar pela primeira vez em Chipre, num estádio com uma forte identidade cultural grega, representou uma ocasião especial para o avançado.

    Pavlidis voltou a destacar a forma como foi recebido, deixando claro que o gesto de não festejar surgiu de forma espontânea.

    “Gostei bastante do ambiente, da forma como me acolheram e foi um gesto que me veio do coração”, acrescentou.

    As palavras do futebolista demonstram que, apesar da importância competitiva do encontro, existiu também uma dimensão pessoal e emocional associada à partida.

    O avançado conseguiu marcar pelo Benfica, mas optou por demonstrar respeito por aqueles que o receberam com especial carinho.

    Pavlidis alcança marca histórica e já é o quarto melhor marcador estrangeiro do Benfica

    Para além do golo frente ao Omonia, Vangelis Pavlidis teve outro motivo para recordar a partida.

    O avançado alcançou uma marca individual de grande significado na história do clube da Luz.

    O internacional grego tornou-se o quarto melhor marcador estrangeiro da história do Benfica, reforçando o estatuto que tem vindo a construir com a camisola encarnada.

    O feito foi destacado durante a entrevista à Sport TV, mas a reação do jogador acabou por surpreender.

    Quando foi informado da posição que passou a ocupar na lista histórica de goleadores estrangeiros do clube, Pavlidis admitiu que desconhecia o registo.

    “Não sabia disso, mas é claro que é muito especial quando jogas num clube enorme como o Benfica e consegues alcançar feitos, tanto no rendimento coletivo da equipa como a nível individual”, afirmou.

    O avançado mostrou-se satisfeito com a marca alcançada, mas fez questão de associar o sucesso individual aos objetivos da equipa.

    “Fico muito feliz por isso, quero continuar assim e dar o meu melhor pelo clube”, acrescentou.

    A reação evidencia a importância que Pavlidis atribui ao percurso que está a construir no Benfica, sem perder de vista a responsabilidade de contribuir para os resultados coletivos.

    Benfica sofreu na primeira parte e teve de mudar de atitude

    Apesar da vitória, Pavlidis reconheceu que a exibição do Benfica não foi igualmente convincente durante todo o encontro.

    O internacional grego admitiu que a equipa apresentou um rendimento abaixo do esperado na primeira parte, uma situação que obrigou os jogadores a refletir durante o intervalo.

    Segundo o avançado, o balneário percebeu que seria necessário aumentar significativamente a intensidade e a qualidade do jogo para conseguir vencer.

    “Vimos que, se baixarmos o nosso rendimento como aconteceu na primeira parte, não conseguimos ganhar assim”, explicou.

    O jogador destacou depois a reação da equipa durante a segunda metade da partida.

    “Na segunda parte compreendemos, todos no balneário perceberam, que tínhamos de dar muito mais”, acrescentou.

    As declarações revelam que o Benfica identificou as dificuldades sentidas nos primeiros 45 minutos e procurou corrigir os problemas após o intervalo.

    Para Pavlidis, a capacidade de reação foi importante para alcançar o resultado pretendido, mas também deixou um aviso para os próximos compromissos.

    A equipa não poderá permitir quebras de rendimento se quiser continuar a somar vitórias nas competições europeias.

    Pavlidis revela a mensagem do treinador no balneário

    O avançado foi também questionado sobre as ambições do Benfica na Liga Europa, numa altura em que a equipa tem demonstrado uma capacidade ofensiva que desperta expectativas entre os adeptos.

    Contudo, Pavlidis recusou alimentar discursos demasiado ambiciosos sobre o futuro.

    O internacional grego explicou que a equipa técnica tem transmitido uma mensagem clara aos jogadores: manter a humildade e concentrar-se exclusivamente no próximo desafio.

    “O treinador pede-nos para nos mantermos humildes e irmos jogo a jogo”, revelou o avançado.

    A orientação pretende evitar que os bons resultados levem a equipa a perder a concentração ou a desvalorizar os adversários.

    O encontro frente ao Omonia serviu precisamente para demonstrar que qualquer quebra de rendimento pode complicar a conquista dos três pontos.

    Pavlidis considera que o Benfica tem de manter a exigência em todos os encontros, independentemente da qualidade ofensiva que consiga apresentar.

    Para o avançado, a consistência será fundamental para alcançar os objetivos europeus.

    Benfica quer terminar a primeira fase da Liga Europa entre os oito primeiros

    Apesar de evitar previsões sobre até onde o Benfica poderá chegar na Liga Europa, Pavlidis identificou um objetivo concreto para a equipa.

    Os encarnados pretendem terminar a fase de liga entre os oito primeiros classificados, garantindo uma posição favorável para a continuidade na competição.

    O avançado considera que a prioridade deve passar por disputar os oito encontros desta fase com a máxima concentração, procurando assegurar um lugar no grupo dos oito melhores.

    “Falar do futuro é ir longe demais e não me quero focar nisso”, começou por explicar.

    O internacional grego reforçou depois a importância de estabelecer objetivos a curto prazo.

    “O foco tem de estar nos oito jogos que temos pela frente nesta fase, procurar ficar nos primeiros oito lugares e depois pensar jogo a jogo”, afirmou.

    Para Pavlidis, pensar antecipadamente nas fases mais avançadas da competição poderá desviar a atenção daquilo que realmente importa neste momento.

    O jogador considera que o Benfica deve construir o seu percurso europeu através de resultados consistentes e de uma abordagem equilibrada a cada adversário.

    “É a única forma de alcançar objetivos”, concluiu.

    Golo, recorde histórico e um gesto que não passou despercebido

    A deslocação do Benfica a Chipre acabou por assumir um significado especial para Vangelis Pavlidis por diferentes motivos.

    O avançado contribuiu para a vitória sobre o Omonia, alcançou uma posição de destaque na história dos goleadores estrangeiros do clube e viveu uma experiência emocionalmente marcante num país onde reside o seu irmão.

    Contudo, foi a decisão de não festejar o golo que mais curiosidade despertou.

    O internacional grego explicou que o carinho recebido desde o aquecimento e o respeito pelos adeptos presentes no estádio estiveram na origem do gesto.

    O momento demonstrou que, mesmo num encontro europeu de grande importância competitiva, existem circunstâncias pessoais capazes de influenciar a forma como um jogador reage a um golo.

    Quanto ao futuro do Benfica na Liga Europa, Pavlidis prefere manter os pés bem assentes na terra.

    O avançado reconhece a qualidade ofensiva da equipa, mas lembra que a quebra de rendimento na primeira parte frente ao Omonia deve servir de aviso.

    O objetivo passa por continuar a vencer, manter a humildade e procurar terminar a fase de liga entre os oito primeiros classificados.

    Entre um novo feito histórico com a camisola do Benfica e uma celebração que decidiu não fazer, Pavlidis saiu de Chipre com uma vitória e uma história especial para contar. E a explicação foi tão simples quanto emotiva: “Foi um gesto que me veio do coração”.

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