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    Andreas Schjelderup a caminho de La Liga

    27 de Junho, 2026

    Andreas Schjelderup voltou a ganhar força no mercado europeu e há agora mais um gigante a entrar seriamente na corrida pelo extremo norueguês do Benfica. O Atlético de Madrid decidiu avançar para o dossiê do atacante de 22 anos e já surge como novo pretendente forte por indicação de Diego Simeone, que quer reforçar os corredores ofensivos da equipa para a próxima temporada.

    O clube madrileno vê no internacional norueguês uma oportunidade importante para dar outra frescura, outra verticalidade e mais capacidade de desequilíbrio ao ataque. Mas a operação promete estar longe de ser simples. O Benfica está protegido, as exigências financeiras são altas e a concorrência internacional começa a apertar. Ainda assim, o Atlético quer entrar de vez na luta e já está a mexer-se para tentar ganhar vantagem antes que a corrida dispare ainda mais.

    Simeone quer um extremo e Schjelderup entrou na frente da corrida

    O Atlético de Madrid definiu uma necessidade clara para o próximo mercado: reforçar os flancos ofensivos com um jogador capaz de dar profundidade, explosão e recursos diferentes ao ataque. É nesse enquadramento que Andreas Schjelderup aparece como uma das novas prioridades da estrutura madrilena.

    O extremo do Benfica encaixa muito bem naquilo que Diego Simeone procura nesta fase. O treinador argentino quer mexer na configuração da frente de ataque e entende que a equipa precisa de mais juventude, mais irreverência e maior capacidade para desmontar blocos defensivos fechados. Schjelderup oferece exatamente esse tipo de perfil e ganhou, por isso, espaço real dentro da lista de alvos.

    O interesse não surge de forma vaga. Surge já com o Atlético posicionado de forma séria entre os clubes que querem tentar arrancar o jogador da Luz neste verão.

    O Atlético intensificou o seguimento ao jogador em junho

    Segundo o cenário apresentado, a direção desportiva colchonera, liderada por Mateu Alemany como diretor do futebol profissional, apertou o acompanhamento ao extremo norueguês ao longo deste mês de junho de 2026. O crescimento de Schjelderup em Portugal e a montra internacional que está a ter no Mundial reforçaram ainda mais a convicção de que pode ser uma oportunidade de mercado muito séria.

    O Atlético olha para o momento atual do jogador como uma mistura muito valiosa de afirmação competitiva e valorização em curso. Isso tem duas leituras. Por um lado, aumenta o desejo de avançar. Por outro, obriga o clube espanhol a agir com rapidez, precisamente porque sabe que cada jogo e cada boa exibição podem tornar a operação ainda mais cara e mais difícil.

    É essa urgência que explica a aceleração no acompanhamento e a vontade de não deixar o nome do benfiquista escapar para outros destinos antes de entrar a sério na discussão.

    O Benfica sabe que tem um ativo cada vez mais cobiçado

    Na Luz, a perceção é clara: Andreas Schjelderup tornou-se num dos ativos mais interessantes do plantel e está a atrair cada vez mais atenção de grandes ligas e grandes clubes. O Benfica olha para o extremo como um jogador muito valorizado e sabe que o contexto atual lhe dá margem total para endurecer qualquer negociação.

    O contrato do internacional norueguês estende-se até 30 de junho de 2028, o que oferece ao clube português uma posição bastante confortável na mesa. Sem necessidade de vender à pressa e com um jogador ainda jovem, em crescimento e protegido contratualmente, o Benfica pode puxar bastante pela fasquia económica antes de sequer admitir abrir conversas formais.

    É exatamente essa realidade que torna o dossiê difícil para o Atlético de Madrid. O jogador agrada muito, mas o clube espanhol sabe que terá de aparecer com argumentos fortes para convencer o Benfica a ouvir.

    O preço já começa a subir de forma séria

    A questão financeira surge como o principal campo de batalha desta operação. Segundo as indicações vindas de Itália, reproduzidas por TuttoMercatoWeb, a cotação de Andreas Schjelderup disparou e já parte de uma base mínima de 30 milhões de euros.

    No entanto, a fasquia sobe ainda mais quando se olha para a perspetiva de Lisboa. Segundo a informação atribuída ao Record, o Benfica terá fixado a saída do extremo num valor de 40 milhões de euros, montante que passa a servir como referência forte para qualquer clube interessado.

    Essa diferença entre o mínimo apontado externamente e o valor pretendido pelo Benfica mostra bem como a operação pode rapidamente tornar-se bastante pesada. Para o Atlético, isto significa que não bastará apenas o desejo do treinador. Será preciso verdadeira criatividade financeira para tentar desmontar a resistência encarnada.

    O passado do jogador e o crescimento recente reforçam a valorização

    O antigo jogador do Nordsjælland transformou-se num dos extremos mais observados do momento, muito por causa da forma como cresceu em contexto competitivo exigente e da capacidade de atuar em diagonal a partir do lado esquerdo. Esse tipo de perfil tem enorme procura no futebol atual e ajuda a explicar porque é que a sua valorização disparou tão rapidamente.

    O Atlético vê precisamente aí uma oportunidade para acrescentar algo que sente faltar à equipa. Schjelderup traz imprevisibilidade, mudança de ritmo e capacidade para ferir por dentro a partir do corredor. É esse desequilíbrio que o torna tão apelativo para um clube que quer dar outra energia aos corredores ofensivos e recuperar maior agressividade na frente.

    Quando um jogador com estas características ainda junta juventude, margem de crescimento e boa exposição internacional, o mercado responde quase sempre com força. É exatamente isso que está a acontecer agora.

    Há concorrência pesada da Premier League e da Serie A

    Se a operação já seria difícil apenas por causa do Benfica, torna-se ainda mais complexa quando se olha para a lista de concorrentes. O Atlético de Madrid sabe que não está sozinho e que o mercado em torno de Schjelderup já envolve outros clubes de peso.

    Segundo o jornalista Ekrem Konur, Tottenham Hotspur e Liverpool mantêm o jogador bem referenciado e continuam com atenção máxima às suas evoluções. Para além disso, também existem sinais claros de interesse vindo da Serie A, com o desembarque de observadores italianos nos últimos jogos de seleção a mostrar que o extremo está a ser seguido de muito perto em vários contextos.

    Essa concorrência muda tudo. Quanto mais clubes fortes entrarem na corrida, mais pressão será colocada sobre o preço e mais difícil se tornará para o Atlético controlar os termos da operação.

    O passado em Portugal e a montra do Mundial pesam muito

    O momento escolhido para o Atlético entrar a sério na corrida não é inocente. Schjelderup chega a este verão valorizado por aquilo que fez no futebol português e ainda impulsionado pelo palco internacional do Mundial. Cada boa exibição reforça a sua imagem, aumenta o interesse e empurra a negociação para patamares mais altos.

    O clube madrileno sabe que o tempo não joga a seu favor se o jogador continuar a crescer em exposição. É precisamente por isso que a estrutura quer apressar contactos informais e tentar posicionar-se de forma clara antes que o mercado se transforme numa verdadeira batalha financeira entre gigantes europeus.

    Quando um jogador entra neste ciclo de valorização acelerada, a capacidade de antecipação torna-se decisiva. E o Atlético parece ter percebido isso a tempo.

    Mateu Alemany quer agitar a frente ofensiva do Atlético

    A entrada do Atlético neste processo também encaixa numa lógica mais ampla de remodelação do plantel. A estrutura liderada por Mateu Alemany quer mexer na frente e dotar Simeone de mais recursos ofensivos, sobretudo nos corredores laterais.

    A leitura interna é que a equipa precisa de mais juventude, mais fantasia e mais soluções para desbloquear jogos contra blocos muito fechados. Schjelderup encaixa nessa procura e surge como uma resposta direta a uma necessidade que os responsáveis colchoneros identificaram como urgente para a próxima época.

    É por isso que o interesse não deve ser lido como simples observação de mercado. É um dossiê ligado à intenção real de mudar a cara do ataque e oferecer ao treinador uma peça capaz de alterar o comportamento ofensivo da equipa.

    O Atlético vai tentar, mas o Benfica promete vender caro

    Tudo aponta para que o Atlético de Madrid tente mesmo explorar todas as vias possíveis para fechar a contratação de Andreas Schjelderup. O apoio do treinador existe, a necessidade do plantel está identificada e o jogador encaixa muito bem no tipo de perfil pretendido.

    Mas o Benfica não vai facilitar. Tem contrato, tem margem negocial, tem um jogador em valorização e sabe que a concorrência externa pode jogar totalmente a seu favor. Isso significa que qualquer avanço do clube espanhol terá de ser muito bem preparado, tanto no plano financeiro como no plano da persuasão junto do próprio jogador e da estrutura encarnada.

    O verão ainda vai dar muitas voltas, mas uma coisa já parece certa: Schjelderup deixou de ser apenas promessa para passar a alvo sério de grandes clubes europeus. E com o Atlético agora dentro da corrida, a novela em torno do extremo do Benfica promete aquecer ainda mais.

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