A polémica entre Cristiano Ronaldo e a Federação Portuguesa de Futebol já ultrapassou as fronteiras nacionais e está a provocar reações particularmente duras na imprensa internacional. Desta vez, foi o francês Foot Mercato a lançar um ataque devastador ao capitão da Seleção Nacional e à estrutura liderada por Pedro Proença. O portal acusa a FPF de se ter colocado “de joelhos” perante o jogador, ridiculariza o castigo disciplinar e alerta para a possibilidade de uma nova humilhação nas próximas semanas.
O caso Cristiano Ronaldo continua a fazer correr tinta, mas aquilo que começou como um conflito entre o capitão e o selecionador Jorge Jesus está agora a transformar-se numa polémica internacional sobre a autoridade da Federação Portuguesa de Futebol.
Depois das críticas em Portugal e na Alemanha, chegou a vez da imprensa francesa analisar a decisão do Conselho de Disciplina da FPF.
E o Foot Mercato não poupou nas palavras.
Num artigo publicado esta terça-feira, 20 de outubro, o portal francês escolheu um título particularmente contundente:
“Cristiano Ronaldo está a humilhar Portugal!”
Ao longo do texto, o Foot Mercato critica não apenas a atitude do internacional português, mas sobretudo a forma como a Federação geriu o processo disciplinar.
Na interpretação do portal francês, a FPF terá procurado facilitar uma reconciliação com Ronaldo, aplicando uma sanção com consequências praticamente inexistentes para o jogador.
“Portugal é mesmo o país das telenovelas”: franceses ironizam com o caso Ronaldo
O artigo do Foot Mercato começa com uma provocação direta ao futebol português.
“Se alguém ainda tinha dúvidas, Portugal é mesmo o país das telenovelas. E, mais uma vez, o ator principal chama-se Cristiano Ronaldo.”
O portal francês recorda os acontecimentos de 30 de setembro, quando Cristiano Ronaldo abandonou a concentração da Seleção Nacional, na véspera do encontro frente à Dinamarca.
O conflito surgiu depois de divergências entre o jogador e Jorge Jesus relativamente à sua utilização na equipa portuguesa.
Ronaldo acabaria por deixar o estágio e, posteriormente, divulgou um comunicado no qual criticou o selecionador, acusando-o de não ter cumprido compromissos anteriormente assumidos.
Entretanto, Portugal enfrentou a Dinamarca sem o capitão e venceu por 4-2.
O Foot Mercato sublinha que a equipa portuguesa conseguiu vencer sem Cristiano Ronaldo, mas considera que, fora das quatro linhas, o avançado acabou por colocar a Federação numa posição de fragilidade.
É neste contexto que o portal francês afirma que o jogador colocou a FPF “de joelhos”.
Uma expressão que resume o tom particularmente crítico da publicação.
Castigo de 255 euros provoca gargalhadas em França
O principal alvo das críticas é a decisão disciplinar conhecida na noite de segunda-feira.
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol aplicou a Cristiano Ronaldo uma suspensão de 30 dias e uma multa de 255 euros.
Para o Foot Mercato, trata-se de uma punição sem consequências verdadeiramente relevantes para o capitão da Seleção Nacional.
O portal descreve a decisão como uma sanção que provoca gargalhadas, considerando que o castigo está longe de representar uma penalização significativa.
Há dois motivos principais para esta avaliação.
O primeiro é o valor da multa.
O segundo é a duração efetiva da suspensão e, sobretudo, o momento em que termina.
Ronaldo terá de pagar apenas 255 euros e ficará novamente disponível antes dos próximos jogos oficiais de Portugal.
Na prática, a sanção poderá ser cumprida sem que o avançado falhe qualquer partida da Seleção Nacional devido ao castigo.
Ronaldo ganha o valor da multa em menos de 40 segundos
O Foot Mercato também fez contas ao salário do internacional português no Al Nassr.
Segundo os valores referidos pela imprensa, Cristiano Ronaldo aufere aproximadamente 200 milhões de euros por ano na Arábia Saudita.
Com base nessa estimativa, o valor da multa representa uma parcela praticamente insignificante dos rendimentos do jogador.
Se considerarmos um salário anual de 200 milhões de euros, Ronaldo recebe, em média:
- Por mês: cerca de 16,67 milhões de euros.
- Por dia: aproximadamente 547 945 euros.
- Por hora: cerca de 22 831 euros.
- Por minuto: aproximadamente 380,52 euros.
- Por segundo: cerca de 6,34 euros.
Com estas contas, Cristiano Ronaldo precisa de aproximadamente 40 segundos para ganhar os 255 euros da multa.
Se for considerada a estimativa de 208 milhões de euros de salário base anual, também divulgada na imprensa, o tempo desce para cerca de 38,6 segundos.
Naturalmente, estes cálculos partem de estimativas salariais e não de valores oficialmente confirmados pelo jogador.
Contudo, a conclusão mantém-se: a sanção financeira tem um impacto praticamente nulo nas finanças de Cristiano Ronaldo.
É precisamente essa desproporção que está a alimentar a indignação e o sarcasmo na imprensa internacional.
Suspensão de 30 dias termina antes dos jogos de novembro
A outra questão levantada pelo Foot Mercato está relacionada com a suspensão.
Cristiano Ronaldo foi castigado com 30 dias de afastamento da Seleção Nacional, mas a pena foi aplicada com efeitos retroativos a 30 de setembro.
Isso significa que a suspensão termina no próximo dia 30 de outubro.
Os próximos compromissos internacionais de Portugal estão agendados apenas para novembro:
- 14 de novembro: Portugal frente à Dinamarca.
- 17 de novembro: País de Gales frente a Portugal.
Assim, Ronaldo poderá cumprir integralmente o castigo sem perder qualquer jogo oficial da Seleção Nacional.
O avançado também não fica impedido de continuar a representar o Al Nassr.
Para o portal francês, esta circunstância reforça a ideia de que a punição não foi particularmente severa.
O Foot Mercato interpreta a decisão como um sinal de que a Federação não pretendia agravar o conflito com o capitão.
Na leitura do jornal, a prioridade da estrutura federativa poderá ter sido criar condições para uma reconciliação entre Ronaldo, Jorge Jesus e os responsáveis da FPF.
Importa, contudo, distinguir esta interpretação jornalística dos fundamentos formais da decisão disciplinar: não está demonstrado que o Conselho de Disciplina tenha reduzido a sanção por instruções da direção da Federação.
Foot Mercato acusa FPF de se colocar “de joelhos” perante Cristiano Ronaldo
É precisamente na avaliação da postura institucional da Federação que o artigo francês assume um tom mais contundente.
O Foot Mercato considera que a sanção revela uma excessiva preocupação em não comprometer o regresso de Cristiano Ronaldo à equipa nacional.
Na interpretação do portal, a FPF não terá pretendido aplicar um castigo particularmente pesado, preferindo deixar aberta a possibilidade de o jogador regressar em novembro.
A publicação francesa sugere, assim, que a Federação terá privilegiado a tentativa de reconciliação em detrimento de uma punição com consequências desportivas mais significativas.
Esta é uma acusação grave do ponto de vista institucional, embora corresponda à leitura crítica feita pelo Foot Mercato e não a um facto comprovado sobre as motivações do órgão disciplinar.
O portal reforça a sua posição com uma referência ao jornal O Jogo.
Segundo a publicação portuguesa, o Conselho de Disciplina teve em consideração circunstâncias favoráveis ao jogador, incluindo os serviços prestados ao futebol, o reconhecimento dos seus méritos desportivos e a ausência de antecedentes disciplinares relevantes nas últimas épocas.
Esses elementos contribuíram para a definição da sanção aplicada.
O problema, para os críticos, é que o resultado final parece pouco exigente quando comparado com a gravidade atribuída ao abandono de uma concentração da Seleção Nacional.
Luís Vidigal arrasa decisão: “É ridículo. Não faz sentido nenhum”
O Foot Mercato também recuperou as declarações de Luís Vidigal à Sport TV.
O antigo internacional português não escondeu a surpresa perante a decisão do Conselho de Disciplina.
“Quem é que não está surpreendido? Não tenho outra palavra senão ‘ridículo’. Esperava-se uma sanção exemplar. É uma medida insignificante. Não faz sentido nenhum.”
A posição de Luís Vidigal acompanha as críticas feitas à falta de consequências práticas do castigo.
Para o antigo futebolista, a punição deveria ter sido mais significativa, tendo em conta a situação que esteve na origem do processo disciplinar.
A crítica de Vidigal centra-se na ideia de que uma sanção disciplinar deve representar uma consequência real e não apenas uma formalidade regulamentar.
O facto de Ronaldo poder regressar à Seleção logo em novembro e de a multa representar menos de um minuto do seu salário reforça essa perceção.
Imprensa alemã também ridiculariza castigo de Ronaldo
As críticas não ficaram limitadas a Portugal e França.
O jornal alemão Bild também abordou o castigo aplicado a Cristiano Ronaldo e escolheu uma expressão carregada de ironia.
“Cristiano Ronaldo só se pode rir!”
O Foot Mercato aproveitou a reação alemã para acrescentar uma provocação ao jogador.
O portal francês escreveu, em tom irónico, que Ronaldo deverá estar a sorrir no seu palácio em Riade ao assistir às sucessivas demonstrações de deferência que, na sua interpretação, a Federação lhe estará a fazer.
A referência é uma ironia editorial do Foot Mercato, não uma descrição factual de qualquer reação conhecida de Cristiano Ronaldo.
O internacional português não fez, na informação apresentada, qualquer comentário público específico sobre as críticas internacionais à sanção.
Contudo, a repercussão do caso demonstra que a polémica deixou de ser apenas uma questão interna do futebol português.
A grande contradição de Ronaldo: não queria atenuantes, mas a defesa acabou por pedi-las
Há ainda um pormenor particularmente embaraçoso neste processo disciplinar.
Quando explicou publicamente os motivos que o levaram a abandonar o estágio, Cristiano Ronaldo reconheceu que o seu comportamento deveria ser punido.
O capitão foi ainda mais longe e afirmou que não deveria beneficiar de circunstâncias atenuantes.
“A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante.”
A mensagem parecia clara: Ronaldo entendia que o estatuto de capitão lhe conferia responsabilidades acrescidas e que a punição deveria refletir essa circunstância.
Mas a estratégia apresentada posteriormente no processo disciplinar seguiu um caminho diferente.
A defesa do jogador invocou quatro circunstâncias atenuantes, incluindo o seu percurso desportivo, a ausência de antecedentes e o contributo para o esclarecimento dos factos.
O próprio comunicado de 6 de outubro, no qual Ronaldo defendia que não deveria beneficiar de atenuantes, foi utilizado para sustentar um dos argumentos apresentados pela defesa.
O Conselho de Disciplina rejeitou essa justificação específica.
“A argumentação expendida, baseada na publicação do comunicado de 06.10.2026, não procede.”
Esta contradição merece destaque.
Não existe qualquer problema em que um jogador exerça os seus direitos de defesa e invoque os mecanismos previstos no regulamento disciplinar.
O que é difícil de conciliar é o discurso público de quem afirma não querer atenuantes com uma defesa que posteriormente apresenta quatro.
Ronaldo disse que o estatuto de capitão deveria agravar a sua responsabilidade, mas acabou por beneficiar de uma sanção reduzida após a consideração de circunstâncias favoráveis.
É mais um elemento que contribui para a controvérsia em torno de todo o processo.
Foot Mercato avisa: a próxima humilhação da FPF pode estar para breve
O artigo francês não se limita a criticar o castigo já aplicado.
O Foot Mercato considera que a Federação Portuguesa de Futebol poderá enfrentar uma situação ainda mais embaraçosa nas próximas semanas.
O motivo está relacionado com as informações recentemente avançadas por Rui Santos na CNN Portugal.
Segundo o comentador, Cristiano Ronaldo prefere não ser convocado para os compromissos internacionais de novembro.
Rui Santos foi ainda mais longe ao defender que o jogador não pretende regressar à Seleção Nacional.
O jornalista descreveu um capitão profundamente desiludido com a atual estrutura federativa.
“Não se sente em dívida para com ninguém. Considera que foi maltratado, que não lhe disseram a verdade, que foi traído.”
Segundo Rui Santos, Cristiano Ronaldo está cada vez mais convencido de que tem razão no conflito com Jorge Jesus e com a Federação.
Se esta informação se confirmar, a FPF poderá enfrentar um cenário particularmente delicado: depois de aplicar um castigo de impacto reduzido, poderá descobrir que o jogador não pretende regressar.
É precisamente esta possibilidade que o Foot Mercato apresenta como uma eventual nova humilhação para a estrutura liderada por Pedro Proença.
Pedro Proença tenta falar com Ronaldo quase todos os dias
Outro detalhe destacado pelo portal francês envolve diretamente o presidente da Federação Portuguesa de Futebol.
Segundo Rui Santos, Pedro Proença estará a tentar estabelecer contacto com Cristiano Ronaldo quase diariamente.
O objetivo será convencer o capitão de que a sua ligação à Seleção Nacional ainda não terminou.
O comentador refere que o presidente da FPF procura transmitir ao jogador a ideia de que ainda existe uma história para escrever com a camisola das quinas.
Contudo, Ronaldo terá perdido a confiança na atual estrutura federativa.
Segundo a informação atribuída a Rui Santos, o jogador “já não acredita no espírito da Federação”.
A situação coloca Pedro Proença numa posição especialmente difícil.
Por um lado, o presidente pretende evitar que uma das maiores figuras da história do futebol português termine a carreira internacional na sequência de um conflito.
Por outro, uma eventual reconciliação terá de respeitar a autoridade do selecionador e o funcionamento das instituições federativas.
Se Ronaldo mantiver a intenção de não regressar, os esforços de aproximação poderão revelar-se insuficientes.
A FPF pode acabar sem castigo exemplar e sem Cristiano Ronaldo
Este é o cenário mais delicado apresentado pelo Foot Mercato.
Na interpretação do portal francês, a Federação terá aplicado uma punição pouco severa para facilitar o regresso de Cristiano Ronaldo.
Mas, se as informações de Rui Santos estiverem corretas, o capitão poderá não aceitar regressar à equipa nacional.
O resultado seria particularmente embaraçoso.
A FPF ficaria com uma sanção amplamente ridicularizada e, ao mesmo tempo, sem conseguir recuperar o jogador que alegadamente pretendia preservar.
É importante sublinhar que esta conclusão depende de duas hipóteses que não estão oficialmente confirmadas: que a sanção tenha sido deliberadamente suavizada para favorecer uma reconciliação e que Ronaldo tenha tomado uma decisão definitiva de abandonar a Seleção.
Contudo, o cenário descrito pelo Foot Mercato evidencia a dimensão da crise de confiança entre o jogador e os responsáveis federativos.
A situação também poderá colocar Jorge Jesus perante um problema adicional, caso pretenda voltar a convocar o avançado do Al Nassr.
Mesmo depois de cumprida a suspensão, a disponibilidade do próprio Ronaldo poderá ser determinante.
Uma crise que está a prejudicar a imagem do futebol português
A dimensão internacional das críticas é talvez um dos aspetos mais preocupantes deste episódio.
O caso começou com uma decisão individual de Cristiano Ronaldo, mas acabou por envolver o selecionador nacional, o presidente da Federação e o Conselho de Disciplina.
Agora, jornais e portais desportivos de diferentes países questionam a eficácia do castigo e a forma como a situação está a ser gerida.
Em França, o Foot Mercato acusa Ronaldo de humilhar Portugal e considera que a Federação se colocou numa posição de submissão perante o jogador.
Na Alemanha, o Bild ironiza com as consequências da punição.
Em Portugal, Luís Vidigal classifica a sanção como ridícula e insignificante.
O denominador comum das críticas é a perceção de que uma infração disciplinar relevante terminou com consequências demasiado reduzidas.
Isso não significa que todas as acusações dirigidas à Federação estejam demonstradas.
O Conselho de Disciplina aplicou uma decisão com base no regulamento e nos elementos apresentados durante o processo.
Contudo, a discussão sobre a proporcionalidade e a eficácia prática da sanção é legítima, sobretudo quando está em causa o capitão da Seleção Nacional.
Cristiano Ronaldo pode terminar a carreira na Seleção da pior maneira possível
Há ainda uma consequência que ultrapassa a polémica disciplinar.
Cristiano Ronaldo representa Portugal desde 2003 e construiu uma carreira internacional sem paralelo no futebol português.
Foi protagonista da conquista do Campeonato da Europa de 2016, da Liga das Nações de 2019 e de inúmeros momentos históricos com a camisola nacional.
O seu legado desportivo está muito para além deste episódio.
Contudo, a possibilidade de terminar a carreira internacional em conflito com Jorge Jesus e com a Federação Portuguesa de Futebol seria um desfecho particularmente amargo.
Depois de mais de duas décadas ao serviço da Seleção, Ronaldo poderá acabar por se despedir sem uma última partida, sem uma homenagem e com a relação institucional profundamente deteriorada.
Para já, não existe qualquer anúncio oficial de retirada internacional.
As informações avançadas por Rui Santos apontam para um afastamento, mas a decisão definitiva continua por confirmar.
O mundo ri-se do castigo, mas a verdadeira crise ainda pode estar para chegar
O artigo do Foot Mercato demonstra até que ponto o conflito entre Cristiano Ronaldo e a Federação Portuguesa de Futebol ganhou dimensão internacional.
O portal francês não poupa críticas ao jogador nem à estrutura federativa.
Considera a multa de 255 euros insignificante, ironiza com uma suspensão que termina antes dos próximos compromissos internacionais e acusa a Federação de se ter colocado “de joelhos” perante o capitão.
Mas a parte mais preocupante da análise surge quando o jornal aborda o futuro.
Se Cristiano Ronaldo realmente não quiser regressar à Seleção, a Federação poderá acabar por enfrentar uma situação ainda mais embaraçosa do que aquela que resultou do castigo disciplinar.
Pedro Proença estará a tentar convencer o jogador a reconsiderar a sua posição, mas as informações divulgadas por Rui Santos apontam para uma relação de confiança profundamente comprometida.
O castigo termina a 30 de outubro. Os próximos jogos de Portugal realizam-se em novembro.
Até lá, será necessário perceber se existe espaço para uma reconciliação ou se a polémica acabará por marcar o fim da carreira internacional de Cristiano Ronaldo.
Uma coisa é certa: depois de França e Alemanha terem ridicularizado a decisão disciplinar, a Federação Portuguesa de Futebol enfrenta agora uma crise de imagem que dificilmente ficará resolvida apenas com o cumprimento dos 30 dias de suspensão.


