António Costa reuniu-se com presidente da FPF para garantir segurança na final da Taça

O primeiro-ministro reuniu-se hoje com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, para garantir condições de segurança na final da Taça de Portugal, no domingo, no Estádio Nacional, entre Sporting e Desportivo das Aves.

António Costa divulgou esta reunião com Fernando Gomes, na qual também participaram os ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, numa mensagem publicada nas redes sociais Instagram e Twitter, acompanhada de fotografia.

“Estamos a trabalhar em conjunto para garantir que estão criadas as condições de segurança e desportivas para a realização da final da Taça de Portugal no próximo domingo”, lê-se na mensagem.

Fonte oficial do Governo adiantou à agência Lusa que o encontro de trabalho se realizou no Terreiro do Paço, onde se encontra instalado provisoriamente o gabinete do primeiro-ministro, enquanto decorrem obras no Palacete de São Bento.

As dúvidas sobre as condições para a realização da final da Taça de Portugal surgiram na sequência de agressões a jogadores e elementos da equipa técnica do Sporting, na Academia de Alcochete, praticadas na terça-feira por um grupo de cerca de 50 alegados adeptos encapuzados.

Hoje, em Sófia, à margem da Cimeira União Europeia-Balcãs, o primeiro-ministro disse que vai estar presente na final da Taça de Portugal de futebol.

“Naturalmente, estarei lá com muito gosto”, afirmou António Costa.

O primeiro-ministro admitiu, contudo, que, caso não estejam reunidas condições de segurança para que a final aconteça no domingo, no Estádio Nacional, possa haver “uma mudança do local” do jogo ou que este possa ser realizado à porta fechada.

“O meu desejo, que penso que é o desejo de todos, é que haja condições para que no Jamor se possa realizar com total normalidade a final da taça. Se forem necessárias outras medidas, há uma panóplia de várias outras medidas como a mudança de local, se isso for adequado às condições de segurança, a realização sem acesso do público, há várias possibilidades”, acrescentou.

   

Este artigo foi publicado originalmente no SAPO Desporto


 

 

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